O tutu de feijão é um prato típico da culinária mineira que remete imediatamente a almoços em família, mesas fartas e momentos de aconchego. Preparado com feijão cozido e engrossado com farinha de mandioca ou de milho, é um acompanhamento nutritivo e cheio de sabor, geralmente servido com arroz, couve refogada, linguiça e torresmo. Essa receita é tradição em muitas casas brasileiras e carrega aquele tempero afetivo da cozinha caseira.
O tutu de feijão nasceu em Minas Gerais, mas logo se espalhou pelo Brasil. Sua origem está ligada à culinária dos escravizados e tropeiros, que utilizavam ingredientes simples e acessíveis para criar pratos ricos em energia e sabor. Hoje, é considerado patrimônio cultural da cozinha mineira.
Uma porção média de tutu de feijão (150 g) contém em média 180 a 220 calorias, dependendo da quantidade de óleo e farinha utilizados.
Tipo de receita: acompanhamento típicoTempo de preparo: 15 minutosTempo de fogo: 25 minutosTempo total: 40 minutosRendimento: 6 porçõesCalorias por porção: cerca de 200 kcal
Se preferir, bata o feijão cozido no liquidificador para um tutu mais liso. Caso contrário, use apenas o feijão amassado com o garfo.
Na panela, aqueça o óleo ou banha e refogue a cebola até dourar. Acrescente o alho e mexa até soltar aroma.
Adicione o feijão com o caldo ao refogado, tempere com sal e pimenta e misture bem. Aos poucos, vá acrescentando a farinha de mandioca, mexendo sempre até atingir a consistência desejada — nem muito mole, nem muito firme.
Desligue o fogo e polvilhe cheiro-verde fresco por cima antes de servir.
O tutu de feijão fica ainda mais saboroso se preparado com banha de porco. Para um toque especial, adicione bacon ou linguiça defumada no refogado.
Sirva o tutu com arroz branco, couve refogada no alho, linguiça frita e torresmo crocante, criando um verdadeiro banquete mineiro.
Guarde em recipiente fechado na geladeira por até 3 dias. Para reaquecer, leve ao fogo baixo com um pouco de água para recuperar a cremosidade. Não é indicado congelar.
O tutu de feijão é um prato cheio de história, sabor e tradição. Simples, nutritivo e afetivo, transforma refeições comuns em verdadeiras celebrações da culinária mineira.
O tutu é cremoso e leva farinha misturada ao caldo do feijão. Já o tropeiro é soltinho, com feijão misturado a farinha, ovos e carnes.
Sim, mas o mais tradicional é feito com feijão carioca ou feijão roxo.
Pode sim, o tutu fica mais leve e com sabor diferente, mas igualmente delicioso.
Depende do gosto, mas o ponto ideal é cremoso, que desgruda da panela mas não fica seco.
Não é obrigatório. Bater deixa mais liso, mas amassar com o garfo mantém pedaços e textura.
Se preferir, bata o feijão cozido no liquidificador para um tutu mais liso. Caso contrário, use apenas o feijão amassado com o garfo.
Na panela, aqueça o óleo ou banha e refogue a cebola até dourar. Acrescente o alho e mexa até soltar aroma.
Adicione o feijão com o caldo ao refogado, tempere com sal e pimenta e misture bem. Aos poucos, vá acrescentando a farinha de mandioca, mexendo sempre até atingir a consistência desejada — nem muito mole, nem muito firme.
Desligue o fogo e polvilhe cheiro-verde fresco por cima antes de servir.
O tutu de feijão fica ainda mais saboroso se preparado com banha de porco. Para um toque especial, adicione bacon ou linguiça defumada no refogado.
Sirva o tutu com arroz branco, couve refogada no alho, linguiça frita e torresmo crocante, criando um verdadeiro banquete mineiro.
Guarde em recipiente fechado na geladeira por até 3 dias. Para reaquecer, leve ao fogo baixo com um pouco de água para recuperar a cremosidade. Não é indicado congelar.
O tutu de feijão é um prato cheio de história, sabor e tradição. Simples, nutritivo e afetivo, transforma refeições comuns em verdadeiras celebrações da culinária mineira.
O tutu é cremoso e leva farinha misturada ao caldo do feijão. Já o tropeiro é soltinho, com feijão misturado a farinha, ovos e carnes.
Sim, mas o mais tradicional é feito com feijão carioca ou feijão roxo.
Pode sim, o tutu fica mais leve e com sabor diferente, mas igualmente delicioso.
Depende do gosto, mas o ponto ideal é cremoso, que desgruda da panela mas não fica seco.
Não é obrigatório. Bater deixa mais liso, mas amassar com o garfo mantém pedaços e textura.
Aproveite para compartilhar clicando no botão acima!
Visite nosso site e veja todos os outros artigos disponíveis!